{"id":458,"date":"2014-08-28T14:58:10","date_gmt":"2014-08-28T14:58:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.institutoeco.com.br\/eco\/?page_id=458"},"modified":"2021-04-22T15:17:44","modified_gmt":"2021-04-22T15:17:44","slug":"physalis-projeto-de-desenvolvimento-social-e-combate-a-pobreza","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.institutoeco.com.br\/eco\/physalis-projeto-de-desenvolvimento-social-e-combate-a-pobreza\/","title":{"rendered":"PHYSALIS, Projeto de Desenvolvimento Social e Combate a Pobreza."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O que \u00e9 a PHYSALIS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A physalis \u00e9 uma fruta considerada ex\u00f3tica. \u00c9 encontrada no mercado a pre\u00e7os elevados, mas, apesar disso, no Norte e Nordeste do pa\u00eds \u00e9 comum nos quintais das resid\u00eancias e chamada por nomes bem brasileiros: camapum, jo\u00e1-de-capote, bucho-de-r\u00e3, bate-testa e mata-fome.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seu uso medicinal \u00e9 conhecido por purificar o sangue, fortalecer o sistema imunol\u00f3gico, aliviar dores de garganta e ajudar a diminuir as taxas de colesterol. A popula\u00e7\u00e3o nativa da Amaz\u00f4nia utiliza os frutos, folhas e ra\u00edzes no combate \u00e0 diabetes, reumatismo, doen\u00e7as da pele, bexiga, rins e f\u00edgado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o coordenador de agroneg\u00f3cios da SMCIST, Peter Traue, existe interesse em trazer o cultivo da fruta para Campinas, \u201cvisto que seu valor no mercado \u00e9 elevado e com propriedades ben\u00e9ficas a sa\u00fade, pois ajuda a combater o Mal de Parkinson. Acredito que ser\u00e1 uma op\u00e7\u00e3o muito rent\u00e1vel aos produtores rurais de Campinas\u201d, avaliou.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o pr\u00f3ximo m\u00eas, est\u00e3o sendo programadas palestras na Central de Abastecimento de Campinas (Ceasa) para os produtores rurais sobre o plantio, cultivo, comercializa\u00e7\u00e3o e propriedades da fruta.<br \/>\nSaborosa e medicinal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Physalis angulata \u00e9 a variedade nativa da fam\u00edlia das Solan\u00e1ceas, a mesma do tomate, da batata, do piment\u00e3o e das pimentas. Origin\u00e1ria da Amaz\u00f4nica e dos Andes, possui variedades cultivadas na Am\u00e9rica, Europa e \u00c1sia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Col\u00f4mbia, \u00e9 conhecida como uchuva e no Jap\u00e3o, como hosuki. \u00c9 uma planta arbustiva, que pode chegar aos dois metros de altura. As frutas s\u00e3o delicadas, pequenas e redondas, com colora\u00e7\u00e3o que vai do amarelo ao alaranjado, envolvidas por uma folha fina e seca, em forma de bal\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com sabor doce, levemente \u00e1cido, a physalis \u00e9 consumida ao natural e usada na prepara\u00e7\u00e3o de doces, gel\u00e9ias, sorvetes, bombons e em molhos de saladas e carnes. \u00c9 rica em vitaminas A, C, f\u00f3sforo e ferro, al\u00e9m de alcal\u00f3ides e flavon\u00f3ides.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-459 size-full\" src=\"http:\/\/www.institutoeco.com.br\/eco\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/img_phy.jpg\" alt=\"img_phy\" width=\"240\" height=\"236\" \/><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSua propriedade medicinal \u00e9 conhecida por purificar o sangue, fortalecer o sistema imunol\u00f3gico, aliviar dores de garganta e ajudar a diminuir as taxas de colesterol. A popula\u00e7\u00e3o nativa da Amaz\u00f4nia utiliza os frutos, folhas e ra\u00edzes no combate \u00e0 diabetes, reumatismo, doen\u00e7as da pele, bexiga, rins e f\u00edgado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A planta tem sido estudada tamb\u00e9m por fornecer um poderoso instrumento para controlar o sistema de defesa do organismo, diminuindo a rejei\u00e7\u00e3o em transplantes e atacando alergias. Pesquisadores da Fiocruz (Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz) da Bahia identificaram subst\u00e2ncias com esse potencial na Physalis angulata e j\u00e1 solicitaram patente sobre o uso delas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Testadas por enquanto em camundongos, espera-se que as fisalinas (chamadas de B, F e G) tenham um efeito t\u00e3o bom quanto o das subst\u00e2ncias usadas hoje para controlar o sistema imune, mas com menos efeitos colaterais, quando forem usadas em pacientes humanos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em geral, ela \u00e9 usada na forma de ch\u00e1 ou infus\u00e3o. A erva cresce na Am\u00e9rica Latina e na \u00c1frica, e as mol\u00e9culas que produz, as fisalinas, atra\u00edram a aten\u00e7\u00e3o dos cientistas porque pertencem ao grupo dos corticoster\u00f3ides, usados hoje para controlar o sistema imune.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que \u00e9 a PHYSALIS A physalis \u00e9 uma fruta considerada ex\u00f3tica. \u00c9 encontrada no mercado a pre\u00e7os elevados, mas, apesar disso, no Norte e Nordeste do pa\u00eds \u00e9 comum nos quintais das resid\u00eancias e chamada por nomes bem brasileiros: camapum, jo\u00e1-de-capote, bucho-de-r\u00e3, bate-testa e mata-fome. &nbsp; Seu uso medicinal \u00e9 conhecido por purificar o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"class_list":["post-458","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.institutoeco.com.br\/eco\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/458","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.institutoeco.com.br\/eco\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.institutoeco.com.br\/eco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.institutoeco.com.br\/eco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.institutoeco.com.br\/eco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=458"}],"version-history":[{"count":7,"href":"http:\/\/www.institutoeco.com.br\/eco\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/458\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":989,"href":"http:\/\/www.institutoeco.com.br\/eco\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/458\/revisions\/989"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.institutoeco.com.br\/eco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=458"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}